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Poesia

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Umbral de transmutaciones

En este, su Umbral de transmutaciones, donde reúna textos de los libros Transparencias, Las voces del camino y El séptimo camino, la idea del tránsito y el camino vuelve a prevalecer. "Transmutación" es también un viaje, de un estado del ser a otro, un recorrido que produce al guna alteración significativa y tal vez definitiva en el sujeto. Y todo viaje presupone un camino. Hay caminos físicos, de polvo o de asfalto, y otros espirituales, hechos de materiales sutiles e ingrávidas, pero caminos al fin.

MANUEL GARCÍA VERDECIA

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La quinta estación del tiempoAUTORRETRATO

Filo es el lado punzante de una cuchilla, la celda puede ser tanto aposento del condenado en cárceles penitenciarias, como lo puede ser el país, el continente a que pertenece, el planeta Tierra, nuestra galaxia o el propio cuerpo humano ¿por qué no? El cuerpo es el calabozo del espíritu, de ahí que el filo lo perforará en busca de la libertad.

 No es ficción, es simplemente abstracción.

 En las sociedades tradicionales  africanas, la poeta se le tiene como a un sabio; su sabiduría es la mezcla de varias ciencias sean estas del dominio de lo material como de lo espiritual.

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buscandoBuscando al hombre es un Sympusium de su su obra poética hasta ese momento editada, un balance de su primer recorrido poético. En él están reunidos, según el criterio del autor, los "mejores poemas" de cuatro libros: El filo de la celda I, Cristal formal II, Genética social II, y Geopoesía IV, (...) Con excepción de los textos "Autorretrato" y "Verdad o americano", que son publicados por primera vez, lo restantes poemas fueron seleccionados por el autor, de sus ya referidos libros de poesía Gemido de la piedra (1994), Versos libertinos (1995) y Adobe rojo de la Tierra (1996).

 Se trata de una obra poética que cuestiona al hombre, al mismo tiempo que se esfuerza en buscar ese misterio, que es el hombre. El hombre cuestionado, que somos nosotros, está en diálogo no solo con el pasado de ayer, sino también con el presente de hoy y con el futuro de mañana. Quiere decir que el objetivo del autor es la búsqueda del hombre y de su liberación, o lo que es lo mismo, la búsqueda de cada uno de nosotros, en el pasado, en el presente y en el futuro. Es asa preocupación poética, antropológica, teológica, y futurológica de Antonio Gonçalves, lo que caracteriza a su trilogia.

Victor Kajibanga

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O Sétimo Caminho"O Sétimo Caminho" ou As metamorfose da al III é um livro que completa una trilogía do escritor angolano Antonio Gonçaves iniciada com Transparências, seguida com As vozes do caminho, e que neste último texto encontra, com a madurez do poeta, um caudal de palavras  exactas para expressar sentimento e definições, postular princípios e conceitos que apontam com nitidez o camino que leva o autor.

Esta metamorfoses não é um mero facto material; este livro está apelando ao pequeno espaço de reflexão que todo ser humano leva dentro, esse pequno espaço que, eo en grandecer-se no interior, enobrece causas ajuda a desafiar  tempestades e dá ao homem o exacto sentido do tempo vivido.
António Gonçalves leva-no com a mão oa mesmo centro da “alma da vida” porque a sua poesia não é angolana, nem cubana, nem latino-americana, senão universal. É palavra  que fala ao homem comum do nosso tempo, incitando-lhe a beber a vida em grandes goles para amar, lutar e viver…

Dra. Marta Cordiés Jackson

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As vozes do caminho"As vozes do caminho". Sem dúvida As vozes do caminho (Metamorfoses da alma II) é um livro próprio de maturidade intelectual e artística. António Gonçalves é um prolífero autor entre os “novíssimos” e a primeira geração de poetas do século XXI do seu País. Este livro o reafirma como uma das vozes líricas angolanas mais notável e singular. Sua poesia caracteriza-se pela transparência da expressão literária, depurada execução e o tono mesurado com que comunica os mais diversos estados anímicos e interrogantes filosóficas. Depois de ler estes poemas, descobrimo-nos mais plenos e humanos.

Rogelio Martínez Furé

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pajaros“A linguagem dos pássaros e dos sonhos”. António Gonçalves oferece-nos na Linguagem dos pássaros e dos sonhos uma mostra da sua poesia amorosa. Atesourada no transcurso de vinte e três anos, inserida por direito próprio na tradição cimeira da lírica angolana das últimas décadas, à que imprime um alento renovador com a harmonia e musicalidade dos seus versos.

La Editorial

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transparencia“Transparências”. É um poemário de rupturas e de iniciativas, assim o observamos em toda sua metamorfoses, em toda sua cojuntura de enlaces onde a palavra tem o seu espaço em que exibe suas incontinências.

Xosé Lois García

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hombre“Buscando o Homem”. Não é frequente e parecerá mesmo estranho a mais de um leitor que um autor faça uma antologia da sua própria obra. Considerando, todavia, as coisas mais ponderadamente, vemos que Antonio Gonçalves exprime apenas de una forma mais visível uma atitude comum a todos os seres humanos sobretudo àqueles que se dedicam à vida intelectual. Com efeito, qual de nós, de vez em quando na sua vida, não «pára para pensar» sobre o que há de melhor e de pior na sua actividade, a fim de tirar partido do melhor e, pelo menos aprender do pior? Rompendo com a tradição, aqui mesmo entre nós, como poucos o terão feito na história da literatura mundial, António Gonçalves apresenta-nos na obra Buscando o Homem. Antologia Poética, os poemas por si próprio considerados como os mais bem sucedidos, os frutos mais suculentos da sua «lavra maior» feita de três leiras que são as suas três obras anteriores: Gemido da Pedra (Apresentação de Ricardo Manuel), Versos Libertinos (Apresentação de António Panguila) e Adobe Vermelho da Terra (Con Posfácio de Kene’xi).

Augusto Kambwa

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versos"Versos Libertinos”. Os argumentos poético-filosóficos com que o poeta inaugura cada uma das partes dos Versos Libertinos iluminam o seu discurso literário. Há uma forte motivação nos textos que constituem o primeiro sector da obra. O lirismo ora doce corporiza o tecido estético do segundo compartimento do livro. A mostra da poesia experimental de António Gonçalves en Versos Libertinos, se acha com maior incidência na última parte da obra, na qual é-nos dado a observar a teatralidade semântica bem conseguida.

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adobe“Adobe Vermelho da Terra”. É uma notável prova de exame de poesia... Se o perfume poético que estesseus discursos exalam odorizasse amores frustrados ou novos afectos no entusiasmo repentino de paixões intempestivas, na linguagem de Pessoa,Camões e Régio, fariam de António Gonçalves um escriba a rodar a genialidade de uma poesia moderna em seus conceitos concebidos de amor e sensualidade. António Gonçalves impõe-se neste seu terceiro livro. E naturalmente. Sem pressas nem obedecendo a regras ou a pressoes!

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gemido"Gemido da Pedra”. E como pode acontecer o granito torna-se pão ou chorar? O fenómeno só encontra resposta cabal no profundo Universo poético, na criação espontânea, na imaginação (ou imaginética?), na absorção de um ser que se opõe à fragilidade do real em confronto com o etéreo do sonho. Daí “consentimos” e ouvimos a pedra gemer.